Todos possuímos motivações e interesses diversificados, pelo que pretendo dar informação útil ao maior número de pessoas. Espero que por tudo isto e muito mais, considerem que vale a pena visitar Portugal de “lés a lés".
Segunda-feira, 29 de Abril de 2013
GUIMARÃES - Cidade Berço

Situada no distrito de Braga, a pitoresca cidade de Guimarães é um dos mais importantes destinos históricos do país. D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, escolheu esta antiga cidade romana como capital do Reino de Portugal após a sua vitória na Batalha de São Mamede em 1128. Conhecida como “Berço da Nação”, Guimarães é um local fascinante para visitar, com o seu orgulhoso castelo e bem preservado bairro medieval. A cidade foi classificada como Património Mundial pela UNESCO em 2001.



Esta encantadora cidade histórica é um labirinto de vielas sinuosas ladeadas por casas antigas decoradas com estatuária que conduzem à bela praça principal, o Largo da Oliveira, e ao antigo Palácio Ducal. A melhor altura para apreciar o ambiente medieval de Guimarães é a primeira semana de Agosto, durante a qual se celebram anualmente as Festas Gualterianas (realizadas desde 1452), com um importante mercado de artesanato de estilo medieval, feira de artes e animado desfile de trajos antigos.


 

Castelo de Guimarães
A imponente torre de menagem do castelo de Guimarães domina todo o horizonte. Este castelo em forma de escudo foi construído no século X para proteger a cidade dos invasores e ampliado no século XII, passando a ser usado como arsenal e palácio. Segundo a lenda, o primeiro rei de Portugal nasceu aqui. Os visitantes podem caminhar ao longo das muralhas do castelo e visitar a pequena capela românica de São Miguel. Em 1910, o castelo foi classificado como monumento nacional.

 


Paço Ducal
O Palácio Ducal exibe invulgares influências arquitectónicas do Norte da Europa. Construído no século XV pelo primeiro Duque de Bragança, este impressionante edifício acabou por ser abandonado e cair em ruína, tendo sido restaurado durante a ditadura de Salazar. O museu e as salas principais abrigam belas peças de mobiliário renascentistas, soberbas tapeçarias flamengas e tapetes persas. O Palácio está classificado como monumento nacional e é hoje usado como residência oficial do Presidente da República.

 



Mosteiro de Nossa Senhora da Oliveira
A igreja do Mosteiro de Nossa Senhora da Oliveira foi fundada por D. Afonso Henriques e restaurada no reinado de D. João I para comemorar a sua vitória na Batalha de Aljubarrota, em 1385. Famosa pela torre em ornamentado estilo Manuelino, a igreja é também conhecida por uma curiosa lenda local segundo a qual teria sido plantada à sua frente uma oliveira para fornecer de azeite as lâmpadas de altar. Contudo, a árvore acabou por secar e morrer. Mais tarde, um comerciante colocou uma cruz no local e a oliveira regressou milagrosamente à vida! Infelizmente, a oliveira actualmente situada no local não é a original.

 

 


Museu de Alberto Sampaio
O Museu de Alberto Sampaio preserva uma das mais valiosas colecções de arte sacra, azulejos, prataria e escultura do país. São de particular interesse a túnica em cota de malha supostamente usada pelo Rei D. João I na Batalha de Aljubarrota e um tríptico em prata representando a Visitação, a Anunciação e o Nascimento de Cristo.

 



Teleférico da Penha
O Monte da Penha oferece aos visitantes soberbas vistas panorâmicas sobre Guimarães. Para aí chegar, estes poderão tomar o teleférico, que proporciona não só uma cómoda alternativa aos transportes rodoviários como oferece uma bonita vista aérea da cidade.

 

  Foi a primeira vez que andei de teleférico, gostei, mas não olhei muito para baixo...para não me assustar ...

 



publicado por Carla Ribeiro às 16:39
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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

 

O Concelho encerra potencialidades turísticas variadas, que vão desde a beleza paisagística a valores históricos, arqueológicos e arquitectónicos, desde a diversidade artesanal e gastronómica a festas e romarias bem características, passando por capacidades piscícolas e cinegéticas.

Quem visitar a nossa região, não pode deixar de ficar agradavelmente impressionado, principalmente na primavera, ao contemplar o belo panorama que nele se desfruta.

Os vales profundos dos rios Águeda e Côa, o Douro internacional e o seu cais fluvial, a serra da Marofa que oferece magnificas vistas, constituem, não raras vezes, a motivação para a deslocação dos visitantes.

 

Mobilizados pelo deslumbramento de uma paisagem única, onde a existência de miradouros, quer naturais quer construídos, lhes proporciona um quadro de grande qualidade e rara beleza.

Nos meses de Fevereiro e Março, as amendoeiras em flor, oferecem aos nossos olhos uma beleza de estonteante cromatismo.

Os produtos regionais de excepcional qualidade e a riqueza da cozinha tradicional, são mais um factor a cativar os visitantes. Descubra e faça descobrir este concelho pleno de História, encanto e magia.

 


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publicado por Carla Ribeiro às 07:23
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013
PIÓDÃO - Aldeia Histórica

Piódão é sem dúvida uma das mais bonitas aldeias de Portugal. Classificado como imóvel de interesse público a partir de 1978, beneficiou assim de alguma protecção. Mas só a partir da sua integração no projecto das Aldeias Históricas de Portugal, o Piódão viu o seu conjunto urbanístico salvaguardado. Ou seja, no âmbito desse programa todas as casas em cimento e telhados de telha foram convertidas em paredes de xisto e telhados de louça. Assim valorizou a riqueza arquitectónica do Piódão. O projecto está actualmente concluído.

A Aldeia

Piódão tem um traçado e uma disposição típica de um povoamento de montanha. Abrigadas dos ventos dominantes, as casas trepam pela encosta acima. Os materiais de construção são aqueles que a serra oferece: xisto e madeira.
As paredes têm duas camadas, uma exterior com pedras maiores e uma interior com pedras mais pequenas. Os telhados têm uma ou duas águas, chegando a ter quatro graus de inclinação média.

 

O Azul


O azul que pinta as portas e janelas é outro dos mistérios ainda por resolver. Ninguém sabe ao certo a razão. São várias as explicações, mas a mais conhecida prende-se com o isolamento da aldeia e com a chegada de uma lata de tinta azul. Não havendo escolha, o azul impôs-se e é actualmente parte integrante do conjunto arquitectónico da aldeia do Piódão.

 

Percursos Pedestres na Serra do Açor

Piódão - Foz d'Égua - Chãs d'Égua

O percurso apresentado liga a aldeia do Piódão a dois lugares da freguesia. São eles Foz d'Égua e Chãs d'Égua. Trata-se de um percurso com declive pouco acentuado, com uma ou duas excepções. Algumas casas abandonadas que se cruzam no caminho são testemunho da actividade pastorícia de então, tanto de caprinos como de ovinos. Nas clareiras podem avistar-se colmeias, testemunho da actividade apícola, ainda com alguma expressão na Serra do Açor.

 

 

As suas casas de pedra descem de socalco em socalco ao sabor do monte, oferecendo-se ao olhar incrédulo de quem julga ter encontrado uma povoação encantada em plena Serra do Açor. Assim nos surge Piódão, uma das dez Aldeias Históricas de Portugal, que sobreviveu aos rigores de muitos Invernos e Verões da Beira para nos fazer recordar um país quase esquecido.

Não deixem de passar por lá. Tranquilidade o tempo lá parece que passa mais devagar!!!



publicado por Carla Ribeiro às 16:51
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2013
PARQUE NATURAL DA PENEDA-GERÊS

 

O Gerês sempre simbolizou a harmonia entre o Homem e a natureza, numa partilha permanente de actividades e sentimentos, das gentes aliada à Natureza das inóspitas montanhas de granito moldadas pelo tempo. As águas correm cristalinas pelos ribeiros e o ar puro envolve a grande diversidade da fauna e da flora proporcionando um movimento contínuo de calma e prazer.

Importante destino turístico desde há mais de um século, o Gerês é uma marca a defender, preservar e dela saber tirar vantagem legítima para a sustentabilidade da região. O Gerês oferece produtos e serviços com grande qualidade e vocacionados para proporcionar o bem estar tão necessário à vida actual tão agitada.

Paisagens Maravilhosas

É um lugar onde o tempo parece parar. Estive lá e  valeu cada segundo que lá passei. As cascatas são lindas ,as paisagens fenomenais...
recomenda-se vivamente.

Os trilhos pedestres 

Prática de Desporto Náutico 

Andar "quase" nas nuvens

Perfeito

Uma das zonas de Portugal mais fantásticas, que dizer de algo tão lindo e tranquilo? Simplesmente que é magnifico e que vale a pena visitar, e ganhar por ali umas horas de perfeita tranquilidade e calma. Aqui sentimos a perfeita armonia de humano natureza.

Quem não conhece deve pensar em conhecer.


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publicado por Carla Ribeiro às 11:32
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Terça-feira, 9 de Abril de 2013
PARQUE NATURAL DE MONTESINHO

Parque Natural de Montesinho

A área das serras de Montesinho e Coroa foi escolhida para Parque Natural por reunir condições em que é visível a integração harmoniosa do homem com o meio ambiente.
O Parque Natural de Montesinho foi criado em 1979, sendo uma das maiores áreas protegidas de Portugal.

Com uma superfície de 75 000 ha, inclui cerca de 9 000 habitantes distribuídos por 92 aldeias. É contituído por uma sucessão de elevações arredondadas e vales profundamente encaixados, com altitudes variando entre os 438m e os 1481 m onde as aldeias, aninhadas em pontos abrigados e discretos, passam facilmente despercebidas aos olhos do visitante ocasional.

 

Mistura de Percursos

 

Região povoada desde há milénios, conserva vestígios arqueológicos em muitas das suas aldeias. algumas, possuem ainda nas toponímias antigos nomes de fortificações castrejas; outras, antigas propriedades rurais, exibem nomes pessoais de Origem germânica, atribuídos pelos colonizadores visigodos, que conservavam o costume romano de dar às "villas" o nome de "dominus", ou proprietário.

Após a queda do império visigodo e a formação da nacionalidade, uma das primeiras preocupações dos soberanos foi povoar o reino, através da distribuição de terras a fidalgos e à Igreja., e da criação de um sistema de "forais" colectivos, já que as rudes condições geográficas e sociais desses tempos exigiam que toda a organização do espaço dependesse da vida em grupo. Ainda hoje, as estruturas económicas e sociais das aldeias conservam hábitos comunitários.

 

O que dá a este Parque características únicas no nosso país é precisamente a forma como ao longo dos séculos as populações souberam integrar-se harmoniosamente na paisagem, apesar das peculiaridades geoclimáticas

 Barragem da serra serrada - Montesinho

 

Gosto de fazer caminhadas e do contato com a natureza, um destino excelente!!  {#emotions_dlg.happy}


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publicado por Carla Ribeiro às 16:34
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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
MIRANDA DO DOURO

      

Miranda do Douro, localiza-se no nordeste transmontano sobre a margem direita do rio Douro, tendo como freguesias limítrofes Duas Igrejas, Malhadas e Ifanes.

 

Empoleirada sobre as margens montanhosas e alcantiladas do rio Douro, surge como uma sentinela atenta, observando, do outro lado do rio a vizinha Espanha de Castela e Leão, a cidade de Miranda do Douro. Terra, ar, água, fogo, luz e gelo.

Com estes seis elementos em Miranda, desfruta de uma natureza pura, imponente e bela.

 

Miranda é hoje uma cidade em franco desenvolvimento, cheia de encanto, de tradições, e de gentes humildes que sempre souberam preservar a sua identidade.

 

    Pauliteiros de Miranda

        


Miranda é uma referência cultural, social e religiosa de Trás-os-Montes, é "um símbolo secular da vontade lusitana em terras fronteiriças".

  

…Nesta cidade, cada recanto conta uma História e há muito para conhecer…

  

Jardins de Miranda

 

Sé Catedral

Aqueduto de Vilarinho

 

Miranda do Douro vai ser um dos meus próximos destinos de fim de semana, não conheço ainda, mas pelo que vi e ouvi é um destino a não perder.



publicado por Carla Ribeiro às 18:54
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Quarta-feira, 3 de Abril de 2013
O PESO DA RÉGUA

 

Régua

Surgiu durante a ocupação romana, mas começou a desenvolver-se no séc. XVIII, durante era do Marquês de Pombal. Com a Serra do Marão na retaguarda, a Régua é o centro oficial do Douro Vinhateiro. Uma visita obrigatória para quem chega a Régua é o Museu do Douro, fundado em 2006, e que apresenta várias exposições temporárias e uma exposição permanente instalada no Armazém 43 do edifício do Solar do Vinho do Porto.

 

Na Régua poderá também visitar os Jardins e o Palácio de Mateus, desenhado pelo arquitecto Nicolau Nasoni e construído no séc. XVIII. Visite o comércio local na Rua dos Camilos, onde também se localiza a Casa do Douro (Armazém 43). Prove a doçaria conventual e os famosos Rebuçados da Régua. A Régua convida a passeios pela reabilitada Ponte Metálica; mas se quiser caminhar mais um pouco suba ao topo da cidade e vá a Peso conhecer a igreja de Nossa Senhora do Socorro. Para descontrair vá ao Douro In, na marginal do rio, onde pode almoçar ou jantar, e relaxar no bar ao som boa música.

  

 

 Simplesmente Lindo

 

As imagens falam por si!!

Vale a pena visitar e conhecer a Cidade de Peso da Régua.


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publicado por Carla Ribeiro às 13:47
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Segunda-feira, 1 de Abril de 2013
CRUZEIRO NO RIO DOURO

 

Alguma vez pensou fazer um cruzeiro no Douro? Recomendo um cruzeiro no rio Douro, considero uma experiência única. Gostei tanto que repeti, fui de comboio da Estação de São Bento à Estação da Régua e desci de barco. Imagens únicas e indescritíveis.

 

Falar do Douro, não é apenas falar de um rio ou de uma região. É muito mais do que isso... é falar de toda a sua história e das suas gentes, que o tornam tão especial.

 

 

Conhecer o Douro não é apenas visitar a região, é partir numa viagem à descoberta de um lugar único, com uma história, cultura e pessoas únicas.

O rio Douro nasce na Serra de Urbión, no norte de Espanha, a cerca de 2000 metros de altitude. É o segundo maior rio de Portugal com um comprimento total de 927 km; em território português, este rio tem apenas 210 km de comprimento e é navegável ao longo de todo esse percurso, graças às cinco barragens que são, hoje em dia, também uma atracção devido ao seu desnível. A Barragem do Carrapatelo tem um desnível no nível da água de 35 metros, um dos maiores desníveis da Europa.

Foi este rio, em tempos muito estreito e perigoso, que trouxe prosperidade à região, visto que era através dele que se fazia o transporte do precioso néctar, o Vinho do Porto. Em séculos passados este rio representava um desafio e um perigo para os que nele navegavam. Estava repleto de fortíssimas correntes e pedras meias submersas. Nessa altura apenas um pequeno barco de madeira – o Rabelo – conseguia navegar nestas águas e fazer o transporte do vinho desde o Vale do Douro até à foz, em cujas margens se situam as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

 

 



publicado por Carla Ribeiro às 16:25
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